Junho foi tão ocupado, passou tão rápido que eu sou capaz de esquecer alguma coisa pelo meio do caminho. Então resolvi fazer uma retrospectiva dos eventos em ordem cronológica, por favor, note:
1.Dafni: É a minha colega holandesa, da gema ou melhor do queijo bem amarelo assim. Cheia de historias pra contar, umas ate surpreendentes e impublicaveis. Bom, ela me convidou para uma janta grega (sim ela é meio grega) regada a vinho rosé na casa dela. Para abrir o apetite...uma caminhada em um bosque perto da casa dela. E eu fiquei completamente surpresa com a beleza do interior. O cheiro verde, os caminhos marcados por árvores irregulares e as vastas plantações. Foi como estar em casa, no meu Rio Grande do Sul novamente. Delicioso.
2.AC/DC: Sem duvida nenhuma, uma das grandes bandas da historia do rock and roll. Povo do trabalho nunca imaginou a gente lá, três meninas, que gostam de coisas de meninas, mas roqueiras até o último fio do cabelo. E é pra lá que fomos, rezar na igreja do rock. Fantstico ouvir hits como Back and Black ao vivo. O show é mesmo como uma ''railway to hell'', duas horas e meia de show sem parar. Fora o solo de 20 minutos do Angus Young, que com certeza é o cara da banda. Sem voz e descabeladas, voltamos pra casa mais leves no efeito anti-depre to rock.
3. Visita do Fabrício: Grande amigo-arquiteto de Barcelona que veio descobrir as maravilhas escondidas na curva de cada canal de Amsterdam. Volte sempre, diversão mais que garantida!
4. Passeio de barco: Três inesquecíveis horas junto com as pessoas mais legais da Booking.com, faltaram algumas mas os principais estavam lá. Música no máximo e pé na tábua porque o dia é de sol e um drink com o vento em popa, não acontece todo dia.
5. MJ: Fiquei sabendo um dia da morte do Rei do Pop porque um site não-oficial já espalhava o boato. Sabe aquelas coisas que você não acredita? Sério, a saída de cena de Michael Jackson trouxe a tona um belíssimo capítulo da minha vida: a minha infância. No sexta-feira mesmo descobrimos ao acaso uma festa de homenagem a MJ pertinho do meu trabalho. Fiquei surpresa e deixei todo mundo de boca aberta quando sabia de cor quase todas coreografias dele, aprendidas desde pequena, como ele graças aos show dominicais que eu e meus primos obrigávamos minha vó a assistir. Adorei recordar em cada letra, uma memória perdida nos leves e risonhos dias de crianças prodígios. E chorei quando ouvi Ben, me lembrando da história do ratinho. A propósito, tenho meu Ben particular na cozinha, mas isso já é uma outra história.
voltarei a ver te e a terra das tulipas!
ResponderExcluirgracias por la hospitalidad.